Eu. Idealizadora romântica de um mundo mais bonito.
Eu. Afogada num mar de pensamentos que correspondem a uma realidade totalmente diferente da minha idealização.
Eu. Acostumada com a solidão mas querendo transformá-la em solitude.
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Atropelo as coisas na intenção de romper com quem sou.
Tentativas vãs, pois a cada pseudoruptura o meu eu evidencia de que não adianta ir contra a natureza de quem se é.

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