terça-feira, 14 de maio de 2019

Constatações


Eu. Idealizadora romântica de um mundo mais bonito.
Eu. Afogada num mar de pensamentos que correspondem a uma realidade totalmente diferente da minha idealização.
Eu. Acostumada com a solidão mas querendo transformá-la em solitude.

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Atropelo as coisas na intenção de romper com quem sou. 
Tentativas vãs, pois a cada pseudoruptura o meu eu evidencia de que não adianta ir contra a natureza de quem se é.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Coragens



Como se desvencilhar de quem se é?
Uma vida inteira de costumes, pensamentos, atitudes... Como (re)aprender essas coisas? 
Tantos dilemas norteiam a mente. É necessário se encontrar para dar vazão ao novo. 
Tenho percebido que se queixar tem sido o meu primeiro, segundo, terceiro passo. Quando na verdade o que eu preciso é de CORAGEM.
Coragem para ser quem eu sou. 
Mas, de fato, quem eu sou?
Como chegar nessa resposta? 
Como colocar em ordem todos os pensamentos e ainda assim repensar em atitudes que já são tão automáticas? 

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Amadurecer. Sair de um papel e entrar em outro. 
Me enxergar nesse outro papel. Como?
Rupturas. 


É o processo.
Lento.
Aos pouquinhos.

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Necessidades. Conhecimento.
Desafios. Medos. Inseguranças.
Trabalhar aquilo que me tira do meu conforto.
Medos. Sim, o medo. Sempre presente.

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Está tudo meio sem nexo aqui. Quem ler, possivelmente não entenderá tudo. 
Mas é que eu estava precisando colocar tudo isso pra fora.

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"Eu ainda estou aqui Perdido em mil versões Irreais de mim..."