segunda-feira, 2 de outubro de 2017

(RE)Começo ♥♥


É tempo de recomeçar. É isso que tenho buscado fazer desde o dia 29/07/2017. 
Nem me lembrava mais desse espacinho aqui - aliás, não posto regularmente - de toda forma, ao abrir a página vi o último post e... QUE BOM que as coisas mudaram. 
Não, não foi da noite para o dia. Essa mudança está acontecendo, paulatinamente, mas de maneira intensa e real. Pode parecer contraditório, mas garanto que é possível.
É interessante olhar para o passado e não sentir culpa pelos erros, é bom viver o hoje com tudo que ele nos proporciona, e melhor ainda é pensar no futuro com esperança. Sensações que só o Deus vivo pode nos proporcionar. 
Gratidão. 

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"Que cada hora perdida me lembre que não é para eu parar."

quarta-feira, 5 de abril de 2017

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Neste exato momento me pego pensando acerca de um tema que há muito permeia a minha mente e o meu coração. 

Felicidade.

O que de fato nos torna, ou nos faz feliz?

O que é correto dizer? Que estamos ou somos felizes?

Na atual conjuntura não sei diferenciar o ser do estar. Mas nesse momento chego a conclusão que nem sou, nem estou. E sim, talvez eu esteja exagerando. Mas no fundo, pouco importa. Isso não modifica o que penso com relação a tudo isso.

Eu poderia dizer que tive momentos de felicidade, e que alguns deles guardo em uma caixinha separada na minha memória e ao lembrar me pego com um sorriso no canto da boca e entro em contato com as mesmas sensações da época.

Se eu pudesse elencar UM momento feliz (e cito esse não pois foi o ápice, mas sim o mais recente), foi quando tive a oportunidade de ir a um show da Sandy e consegui um autógrafo e uma foto. Ok. Mas felicidade está muito além disso.

Volto a indagação anterior. O que seria esse flash que faz tudo ter sentido ao ponto de você não caber dentro de si de tanta alegria?

Confesso que os últimos meses tem sido mais melancólicos, estressantes, preocupantes, do que leves e alegres. E há tempos eu tento reorganizar tudo isso pra descobrir de onde vem todos esses devaneios. 

Decepções, ausências, presenças demais, a falta da empatia, a solidão, sensação de incapacidade, inércia.. tudo isso e mais um pouco. 

Esse relato não é deprê, é existencial mesmo. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Recomeçando.






Neste exato momento veio a seguinte frase na minha cabeça: "É incrível o que você tem que perder para ganhar tanto." Ouvi em uma peça. Chuva Constante - protagonizada por Malvino Salvador e Augusto Zacchi.

Do nada me veio essa reflexão. Que realmente, as vezes temos que perder algo para ganharmos outras coisas. Como também, há casos em que você acha que perdeu, quando na verdade não houve perda. E sim a constatação de algo que nunca foi seu, nunca existiu - e isso você pode interpretar na situação que quiser -, mas por alguma razão você dava alguma importância.

Engraçado como pessoas são vulneráveis; e não, você nunca as conhecerá de verdade. No fundo eu sei por qual razão estou escrevendo tudo isso aqui. E realmente, acredito que não conheço as pessoas que me cercam.

E isso não é um texto melancólico. Considero-o racional. Não lamento, apenas exponho, pra externalizar mesmo.

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"Eu ainda estou aqui Perdido em mil versões Irreais de mim..."